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Exposul, união perfeita do poder público com a iniciativa privada

Por Ilauro de Oliveira

15.04.2019

Antes de ensinar que tudo vale a pena se a alma não é pequena, o poeta português Fernando Pessoa também ensinou que “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”.

Em Cachoeiro a obra nasceu em forma de Exposul, trazendo para o campo moderno do agronegócio o velho cheiro das tradicionais exposições agropecuárias cachoeirenses.

Andar na Exposul é remeter-se às nossas noites festivas que se iniciaram ali onde hoje funciona o Fórum de Cachoeiro e posteriormente lá no Parque Carlos Caiado Barbosa, que por sinal é onde o evento é realizado pelo terceiro ano.

Mesmo sem perder a característica agropecuária, o que prestigia e valoriza o trabalho do homem do campo, hoje a exposição se transforma em algo maior pela necessidade do mercado. Uma verdadeira feira do agronegócio do Espírito Santo que pode ser compara às maiores do Brasil.

A Exposul nasceu dentro do Sindicato Rural e foi abraçada pela prefeitura municipal. E nessa sincronia perfeita do presidente Wesley Mendes e do prefeito Victor Coelho, Cachoeiro se reencontrou com sua missão vanguardista entre as cidades do Espírito Santo.

O cachoeirense é aquele que fez e ainda faz acontecer entre todos os capixabas. É aquele que teima em puxar para cima o nome, a história e a economia do seu lugar, mesmo quando os índices econômicos apontam para o inverso.

 E nesse sonho dos homens de bem cachoeirenses, os hotéis agradecem, os bares, os restaurantes, as empresas, o agronegócio como um todo, mas principalmente o homem do campo que deixa seu canto do anonimato e passa a se consolidar como uma agente fundamental para o desenvolvimento das cidades brasileiras.

A Exposul 2017  teve 30 mil pessoas. No seu segundo ano, em 2018, 40 mil pessoas. E agora estima-se que mais de 50 mil passaram pelo parque de exposições.

 Na primeira, foram 74 estandes, R$ 2,5 milhões de negócios. Em 2018, negócios na casa dos  R$ 6 milhões. Nesse ano, os números não foram fechados ainda, mas é óbvio que o evento evoluiu muito e isso se reverterá em grandes lucros para os participantes.

Tudo isso só é possível porque os empresários cachoeirenses acreditam. O poder público acredita. Os ruralistas acreditam. E a obra nasce do mais simples sonho de cada um deles. Então dá para dizer que vale muito a pena porque a alma sonhou e sonha grande. E os resultados acontecem! Parabéns Cachoeiro, mais uma vez!

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“Quem sonhou / Só vale se já sonhou demais / Vertente de muitas gerações / Gravado em nosso corações /  Um nome se escreve fundo” – Canção do Novo Mundo  (Beto Guedes)

 

 

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