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Queda de Piassi agita mercado político de Castelo

Por Ilauro de Oliveira

09.08.2019

Definido que Castelo terá outra eleição para prefeito, fica a pergunta óbvia: quem vai querer encarar esse mandato tampão até as próximas eleições em 2020?

No burburinho do Bar do Bila não se fala em outra coisa a não ser possíveis nomes para esse desafio.

Por enquanto, um ex-secretário municipal pode surgir na disputa: Diogo Vivácqua (PV), da Agricultura. Outro nome falado é Márcio Lemos (PHS), presidente do Purus Clube. 

Há quem diga que a mosca azul possa morder o ex-prefeito Jair Ferraço (PSD), que outrora pertencia ao grupo do governador Renato Casagrande (PSB).

Por falar no governador, uma coisa é certa, seu partido hoje não tem um nome definido para a disputa. O que há definido é a ausência do irmão do Renato, Cesinha Casagrande. O ex-vereador, que por acaso é o autor do processo que afastou o prefeito Luis Carlos Piassi (MDB), não pode ser candidato, exatamente por conta do laço familiar com o governador. A lei proíbe.

Outro nome cotado é o do coronel Alexandre Quintino (PSL), que foi eleito deputado estadual no último pleito com 23.330 votos, sendo grande parte deles em Castelo.

Considerado pule de dez na disputa, o advogado João Paulo Nali, do PTB, certamente vai para a briga. O jovem político é bom de voto. Na disputa passada, em 2016, enquanto Piassi teve 10.564 votos e foi vencedor, o petebista teve 7.795 votos.

Já em 2018, para estadual, Nali obteve 6.716 votos, sendo 5.909 votos só em Castelo. Foi o mais votado para a vaga na Assembleia dentro do município. Quintino, que foi eleito, teve 3.590 votos em solo castelense.

Entre os vereadores atuais, dois podem se assanhar para o cargo. Um é o ex-presidente da Casa, vereador Vermelho (SD) que sempre teve um sonho de governar Castelo. E o outro é  Domingos Fracaroli (PSDB) que vai assumir a prefeitura no mandato tampão e, se gostar da cadeira, pode colocar seu nome para a disputa.

Voltando ao PSB, mesmo sem ter um candidato visível, o partido pode ser o fiel da balança nessa eleição fora de época, por se tratar da sigla do governador, o que não é pouca coisa.

Enquanto esperam Piassi cair, os castelenses já apostam no próximo nome que vai assumir a cadeira de prefeito. Façam suas apostas!

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Iniciativa muito legal do deputado estadual de Rio Novo do Sul, Dr. Emilio Mameri (PSDB). Ele propõe que o símbolo da bandeira do Espírito Santo ajude na divulgação das marcas dos bens de consumo produzidos no estado. O Projeto autoriza às empresas imprimir o ícone da bandeira nos produtos, o que deve estimular a identificação visual dos bens produzidos no Espírito Santo.

Para ele, “essa ação, fomentada pelo Poder Público e com adesão do setor privado, valorizará a produção local e vai torná-la reconhecida no país e até no exterior”. A proposta atende, também, a demandas de pequenos e médios produtores das Regiões Norte e Sul, que vêm conquistando mercado e reconhecimento nacional, principalmente na produção de cachaça e de café. 

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“Atiraste uma pedra no peito de quem só te fez tanto bem / E quebraste um telhado, perdeste um abrigo, feriste um amigo / Conseguiste magoar quem das mágoas te livrou / Atiraste uma pedra com as mãos que essa boca tantas vezes beijou” – Atiraste uma pedra ( Davi Nasser / Herivelto Martins)

 

 

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