Saúde

Mamografias periódicas evitam mortes por câncer de mama, diz estudo

O estudo, publicado por uma revista científica internacional, está sendo destacado pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para lembrar o Dia da Mamografia, a ser comemorado amanhã (5).

Por | 04.02.2019

Agência Brasil  

Um estudo sueco mostrou que mulheres com câncer de mama que faziam a mamografia periodicamente apresentaram redução de 60% na taxa de mortalidade – 10 anos após o diagnóstico – em comparação àquelas que não faziam o exame regularmente. Segundo o levantamento, a redução da mortalidade foi de 47% em 20 anos após o diagnóstico, usando a mesma base de comparação. 

O estudo, publicado por uma revista científica internacional, está sendo destacado pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para lembrar o Dia da Mamografia, a ser comemorado amanhã (5).

A entidade chama a atenção das mulheres para a necessidade de fazer o exame com frequência, já que a pesquisa indicou que as mulheres que fizeram o rastreamento tiveram a vantagem adicional da detecção precoce e receberam benefícios muito maiores, como terapias menos agressivas e menos mutiladoras.

“A diferença é atribuída à detecção precoce e ao tratamento em uma fase inicial da história natural do câncer de mama entre as mulheres que realizavam mamografia regularmente. Embora tenha sido dada muita atenção aos potenciais danos da participação de rastreamento mamográfico regular, pouca atenção foi dada aos danos de não participar do rastreamento regular”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Antonio Frasson. 

Segundo Frasson, o maior dano por não fazer a mamografia regularmente é o aumento significativo do risco de morte, além de aumentar a possibilidade de a mulher ter um câncer de mama avançado, com necessidade de cirurgias mais extensas, com mais riscos e radioterapia e quimioterapia mais agressivas. 

"Essas mulheres experimentam efeitos físicos e cognitivos adversos significativos e duradouros. Para cada morte por câncer de mama evitada pelo rastreamento mamográfico, uma mulher será poupada dos estágios terminais da doença e ganhará uma média de 16,5 anos de vida”, explicou.

A SBM recomenda que a mamografia seja feita anualmente para as mulheres a partir dos 40 anos.

 

 

Comentários Facebook


Mais Saúde

Governo do Estado entrega nove leitos de UTI no Hospital Padre Máximo, em Venda Nova do Imigrante

No Dia do Homem, endocrinologistas fazem campanha contra anabolizantes

Estudo mostra que adolescentes de faixas carentes estão mais obesos

Em reforma, Centro de Saúde de Cachoeiro mantém 300 atendimentos diários

Inverno requer cuidados contra a dengue

Obra do novo Hospital Unimed Sul completa um ano com 50% dos serviços concluídos

Unidade de saúde do Coramara conta com novos equipamentos

Saúde: secretário presta contas para deputados

Secretaria da Saúde abre processo seletivo com salários de até R$ 9.699,69

Hoje é o Dia Internacional do Diabético

18 municípios capixabas terão reforço no programa Mais Médicos

Dengue em Cachoeiro: quase 80% dos focos do mosquito estão nas residências

Governo cria Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi)

Pronto Atendimento Infantil no Aquidaban tem capacidade para atender até 50 crianças por dia

Unimed Sul Capixaba promove workshop gratuito para gestantes

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação sem autorização.

© Atenas Notícias e Opinião.
Todos os direitos reservados.

Produção / Cadetudo Soluções Web