História cachoeirense

Escola de Cachoeiro Liceu Muniz Freire desenvolve atividades com foco no resgate histórico

Durante as visitas aos pontos turísticos, os estudantes registraram tudo, cada detalhe, através de fotos e vídeos.

Por | 26.03.2019

Com o objetivo de proporcionar aos alunos da Escola em Tempo Integral Liceu Muniz Freire, conhecerem a história de Cachoeiro de Itapemirim, onde é localizada, os professores da disciplina eletiva “Play Art Produções Digitais”, propuseram aos estudantes a produzirem um documentário histórico. Para isso, os professores levaram os estudantes nos mais tradicionais pontos turísticos de Cachoeiro, que foram: a Casa de Cultura Roberto Carlos, Igreja Nosso Senhor dos Passos, Casa dos Braga, Centro Operário, Palácio Bernardino Monteiro, antiga estação ferroviária Leopoldina e a Fábrica de Pios, única da América Latina.

A professora de Arte Laura Nascimento destacou a importância do resgate histórico. “O resgate se dá por conta da construção de significado dessa história local que, de certa forma, faz parte da história individual de cada um que pertencente à cidade. Quando o sujeito conhece suas origens, ele sabe quem é e onde pretende e pode chegar, ou seja, está relacionado ao projeto de vida do aluno”, disse.

Durante as visitas aos pontos turísticos, os estudantes registraram tudo, cada detalhe, através de fotos e vídeos. O material será utilizado para a produção de um documentário, que vai ser lançado, no dia 07 de junho, na Galeria Levino Fanzeres, em Cachoeiro de Itapemirim. Enquanto o documentário não fica pronto, os alunos criaram um blog para expor as fotos dos pontos turísticos.

Veja no link: https://eletivaartplayproducoesdigitais.blogspot.com/. Fazem parte da eletiva “Play Art Produções Digitais”, os professores Laura Nascimento, da disciplina de Arte; Maicon Codesso, de Matemática e Tania Ladislau, de Língua Portuguesa.

 

Seminário de História da Arte

Outra atividade que foi desenvolvida na Escola Liceu Muniz Freire, foi o 1º Seminário de História da Arte – Vanguardas Europeias, com o objetivo de ampliar o repertório cultural e oportunizar o protagonismo juvenil. “Com a metodologia de seminário, o aluno precisa aprender a ensinar os próprios colegas, trabalhando o desenvolvimento da exposição de ideias de forma oral. Além de desenvolver habilidades em equipe, a atividade se baseou em três pilares: aprender, conhecer e ser”, explicou a professora de Arte, Laura Nascimento.

Os estudantes foram divididos em cinco grupos, em que cada um se aprofundou em um movimento vanguarda, que são: Surrealismo, Expressionismo, Futurismo, Dadaísmo e Cubismo. “O seminário foi um sucesso e fico com a certeza de que todos aprenderam muito com o formato da atividade”, finalizou a professora Laura. 

 

 

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