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No ES, mais três pessoas ganham nova chance após doação de órgãos

De janeiro a abril deste ano, a Central realizou 117 transplantes no Espírito Santo. No mesmo período em 2018 foram 123 procedimentos realizados.

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A Central Estadual de Transplante do Espírito Santo divulgou, na tarde desta terça-feira (21), a doação de dois rins e um fígado. O doador, de 39 anos, teve morte encefálica confirmada na segunda (20), no Hospital Estadual Roberto Arnizaut Silvares (HRAS), em São Mateus.

Os órgãos foram transportados na tarde desta terça-feira (21), pelo helicóptero do Núcleo de Operações e Transportes Aéreo (Notaer), da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), junto à equipe de captação. Os transplantes acontecem no final deste dia. Os órgãos foram encaminhados para a realização de transplante em dois hospitais da Grande Vitória.

“Três pessoas serão beneficiadas com a solidariedade de uma família doadora, da região Norte. A Central agradece a equipe do Hospital Roberto Silvares pelo compromisso, e ao Notaer, que nos auxiliou no translado dos órgãos”, agradeceu a coordenadora da Central Estadual de Transplante, Maria Machado.

 

Números Atualizados

De janeiro a abril deste ano, a Central realizou 117 transplantes no Espírito Santo. No mesmo período em 2018 foram 123 procedimentos realizados.

Até esta terça-feira (21), a Central registrou três pessoas à espera de um coração, 174 pessoas aguardando por um transplante de córneas, 35 precisando de doação de fígado e 941 pessoas esperando um rim.

 

O processo de doação

A captação dos órgãos acontece somente após constatação de morte encefálica, ou seja, quando há completa e irreversível parada de todas as funções do cérebro.

Esse diagnóstico é realizado por uma equipe profissional por meio de exames de imagem, exames clínicos e exames laboratoriais. Após a confirmação da morte encefálica, a família é comunicada sobre a situação irreversível e decide sobre a doação dos órgãos de seu ente.

Esse momento de abordagem, segundo Maria Machado, é muito delicado devido ao sofrimento dos familiares no momento da perda. Ela destacou que quando a pessoa informa a família sobre o desejo de doar seus órgãos, a decisão é menos dolorida para os familiares.

“Por isso é importante que as pessoas conversem em casa sobre seu desejo e, mesmo em um momento de dor, a família opta pela doação. Uma vida pode salvar até sete outras vidas”, destacou.

Todas as pessoas podem ser doadoras de órgãos. Para isso, basta ter condições adequadas de saúde.

 

 

 

 

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